Red Bull Print 2.0 | Realidade Aumentada

por Felipe Gaúcho em 12 de outubro de 2009 às 8:34 pm

Ultimamente temos visto pipocando em blogs muitas ações envolvendo a tecnologia de realidade aumentada. Algumas muito interessantes e com bastante pertinência como a do Best Buy, que exibe um modelo 3D do produto do catálogo impresso em tamanho real. Mas é tanta coisa sendo feita só para usar a tecnologia que às vezes é preciso pensar melhor se é uma idéia realmente boa e relevante.


A Red Bull, uma das empresas que mais admiro por buscar sempre a inovação e a relevância no contato com seu consumidor, utilizou a tecnologia de realidade aumentada para realizar o que foi chamado por eles de Print 2.0. Uma parte do conteúdo impresso na sua revista Red Bulletin, quando colocado em frente a uma webcam, se transforma em um vídeo. Assista abaixo a demonstração.



Arriscar é sempre importante. E esse tipo de tentativa abre portas para aumentar as possibilidades de comunicação dos diversos meios que temos à nossa disposição. Entretanto, questiono o seguinte: Será que vale a pena inovar por inovar? Será que não é mais importante inovar com relevância? Qual é o valor real de utilizar a realidade aumentada para transformar um impresso em vídeo? Se você tem que entrar no site da revista para o mecanismo funcionar, qual é a diferença do Print 2.0 para um vídeo no mesmo site? Quero saber a opinião de vocês. Comentem!

3 Respostas para “Red Bull Print 2.0 | Realidade Aumentada”

  1. André Öberg diz:

    13 de outubro de 2009 as 1:55 am

    Creio que o mais importante é inovar com relevância. Além de reforçar o posicionamento, acaba vinculando aquela nova tecnologia a experiência proporcionada com o produto. Até acho que rola isso com o Red Bulletin. Não que eu veja grande vantagen em ver a matéria com a realidade aumentada ao invés de ver o vídeo no site. Mas reforça o posicionamento do Red Bull de sempre proporcionar experiências inovadoras e diferentes, rompendo barreiras e “te dando azas”.

  2. Felipe Gaúcho diz:

    13 de outubro de 2009 as 2:15 am

    A grande realidade é que a peça é um vídeo. A diferença é que eles estão dificultando o acesso ao conteúdo, já que você precisa entrar no site, ter a revista em mãos e ainda ter uma webcam para conseguir assistir. E dificultar o acesso em tempos de tanta dispersão é perigoso, você pisca e outra coisa já chama a atenção. Mas acho que vale sim pela inovação e, como você falou, para reforçar o posicionamento da marca.

  3. André Öberg diz:

    13 de outubro de 2009 as 2:36 am

    Concordo. Eu, por exemplo, não tenho webcam. Mas pode ser uma forma mais divertida de apresentar o vídeo. Quantas vezes não clicamos num link de vídeo, mas deixamos pra vê-lo depois, quando “tivermos” tempo. Por outro lado, ver o vídeo “pela” revista, prejudica um pouco o conteúdo, pois a atenção estará bem mais na tecnologia do que na mensagem. O ideal mesmo é testar essas novidades. Acho que vou sair e comprar uma webcam. rsrsrsr


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