por André Öberg em 22 de fevereiro de 2010 às 1:30 pm
Desde pequeno gosto muito dos livros de Julio Verne, lá pelos meus 9 anos de idade meu pai me presenteou com o “Viagem ao centro da terra” e dai pra frente virei fã do escritor francês (inclusive para os fãs de Lost recomendo “A Ilha Miseriosa”). Fuçando o UoD me deparei com esse projeto de tese do ilustrador Jim Tierney para a University of the Arts. Se não fosse apenas um projeto, eu certamente iria morrer numa grana para ter essas edições. Muito bom.
por André Öberg em 18 de fevereiro de 2010 às 1:22 pm
No início do ano passado (ou retrasado não lembro precisamente) vi um anúncio re-criando o workspace do Photoshop com elementos reais. Hoje, pelo tranding topics do Twitter, me deparei com essa animação feita pro concurso AdobeYouGC, que me lembrou(eu disse lembrou e não chupou) tal anúncio. A autora da animação é a Maya Rota Klein. Bem divertido e criativo.
por André Öberg em 18 de fevereiro de 2010 às 10:34 am
Fui dar uma conferida no novo blog da redatora carioca Priscila Midori e me deparei com esse excelente texto, sobre um pobre e solitário anúncio de varejo. Como ele já fez e ainda faz parte do meu dia-a-dia, a identificação com o texto foi grande. Muito bom Pri.
Baseado em fatos reais
Era uma vez um anúncio de varejo. Ele vivia em uma cidade com outros anúncios institucionais e premiados. Todos se gabavam de seus layouts ousados, seus títulos engraçados ou de seus slogans memoráveis. Mas ele, tadinho, era só um anúncio de varejo cheio de “gerentes pirados” e “preços imbatíveis”. Os outros anúncios viviam caçoando dele: “Pra quê tanto texto legal? Afinal, o que é que ele tem de legal?” E todos riam debochando de seus splashes e cores berrantes.
Na escola, o anúncio de varejo era o último a ser escolhido no time de futebol, o único que ainda levava lancheira pro intervalo e sempre sobrava nos trabalhos em grupo. Todos os anúncios andavam juntos, em campanhas: os all types com títulos maravilhosos, os anúncios com tratamentos de imagem incríveis, os que faziam rir e os que faziam chorar. Todos tinham uma sacada genial e eram ótimos em português, artes e educação física. Todos, menos o anúncio de varejo.
Ele tinha tudo para ser problemático, virar um depressivo, alcoólatra ou psicopata, mas não. O anúncio de varejo seguiu a sua vida berrando para alguém vir correndo aproveitar a queima de estoque: “É só até este fim de semana!!!”, gritava ele há umas três semanas. Porque era isso o que ele era, um anúncio de VA-RE-JO. Escandaloso, repetitivo e com a marca quase no tamanho do produto. O anúncio de varejo nunca ganhou um prêmio, nunca conheceu Cannes e nem teve ninguém brigando para assumir sua paternidade.
Com o tempo, ele aceitou que seu lugar era nos classificados do jornal e não na contra capa da revista, e foi só aí que ele entendeu por que foi criado. O anúncio de varejo cresceu, foi pra faculdade, se formou e nunca deixou de ser o que era. E sabem de uma coisa? Ele é sempre chamado para todos os encontros da turma do colégio, mesmo que seja apenas para pagar a conta.
por André Öberg em 11 de fevereiro de 2010 às 11:34 am
Sensacional a habilidade, competência, precisão, paciência, técnica e bom gosto de Marcos Kotlhar. Diretor de arte da Almap/BBDO a algum tempo, todo trabalho que cara faz é de uma excelência impressionante. Referência mais do que recomendavel pra qualquer ser humano nesse planeta.
por JM Britto em 8 de fevereiro de 2010 às 10:41 pm
Carrie Beene é retocadora profissional desde 2000. Ela já trabalhou para muitos dos principais estúdios de Nova York. Em 2005 ela formou a Otto Imaging. Alguns dos seus principais clientes são: Marie Claire, Vogue, Cosmopolitan, Elle, Glamour, OK Magazine, V magazine e Vanity Fair. Confira o seu trabalho aqui.